História e exame físico

Principais fatores diagnósticos

comuns

teste de Ortolani positivo

Usado em lactentes <6 meses de idade, embora o teste comece a perder a sensibilidade e a utilidade aproximadamente aos 3-6 meses de idade, devido ao aumento da musculatura.[18]

O quadril é flexionado a 90° e abduzido, com os dedos do examinador colocados lateralmente sobre o trocânter maior da articulação do quadril. Então, o examinador usa pressão anterior ao longo do trocânter em uma tentativa de identificar um quadril luxado que possa ser reposicionado.

Deve-se encaminhar o paciente a um ortopedista pediátrico se for detectada instabilidade clinicamente evidente.

Deve-se ter cautela para não interpretar um "clique" do quadril ou joelho como um sinal de instabilidade.

teste de Barlow positivo

Usado em lactentes <6 meses de idade, embora o teste comece a perder a sensibilidade e a utilidade aproximadamente aos 3-6 meses de idade, devido ao aumento da musculatura.[18]

O quadril é flexionado a 90° e aduzido, o examinador coloca a mão no joelho e aplica pressão posterior no quadril em uma tentativa de identificar quadris luxáveis.

Deve-se encaminhar o paciente a um ortopedista pediátrico se for detectada instabilidade clinicamente evidente.

Deve-se ter cautela para não interpretar um "clique" do quadril ou joelho como um sinal de instabilidade.

abdução limitada do quadril

Uma avaliação da abdução do quadril se torna o método de rastreamento mais importante em lactentes com aproximadamente 3 meses de idade.[18]

Outros fatores diagnósticos

Incomuns

posicionamento anormal da perna ou engatinhar/andar tardio

Em bebês mais velhos ou jovens crianças, esses podem ser os sintomas manifestos relatados pelos pais.

marcha digitígrada (principalmente unilateral)

Deve-se considerar a displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ) em bebês e crianças jovens que apresentem marcha digitígrada (principalmente unilateral, indicando o possível encurtamento do lado afetado), mesmo que a maioria dos casos não seja causada por DDQ.

Fatores de risco

Fortes

sexo feminino

Embora a maioria dos bebês do sexo feminino não tenha displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ), a maioria dos casos ocorre em meninas (a proporção de meninas para meninos é 4:1).[6][10]

história familiar positiva

A maioria dos estudos de base populacional mostra que uma história familiar de DDQ é um fator de risco mais forte que a apresentação de nádegas (intervalos de risco relativo: 3.4 a 24.9).[6]

apresentação de nádegas

As crianças pélvicas possuem uma maior taxa significativa de DDQ que aquelas não nascidas nessa posição.[6][11] ​O risco relativo para os bebês pélvicos varia de 1.3 a 11.1 nos estudos de bases populacionais. Os estudos não examinaram a duração do posicionamento pélvico no útero ao avaliar o risco de DDQ.

Fracos

deformidade postural

O torcicolo muscular congênito e as deformidades posturais do pé foram associados à DDQ, mas estudos sugerem que a associação pode ser menos evidente que se acreditava inicialmente.[12]

espaço intrauterino restrito

Poucos estudos de base populacional examinaram o espaço uterino restrito como uma consequência da primeira gestação, oligoidrâmnios, macrossomia ou gestações múltiplas de forma rigorosa, seja individual ou coletivamente. Alguns estudos demonstraram um ligeiro aumento do risco da DDQ, enquanto outros não descobriram diferenças em comparação com grupos-controle.[13][14][15][16][17]

enrolamento incorreto dos membros inferiores

Enrolar o bebê mantendo o quadril em posição estendida e aduzida foi associado à DDQ. Técnicas de enrolamento suave podem reduzir esse risco.[18]

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