Algoritmo de tratamento

Observe que as formulações/vias e doses podem diferir entre nomes e marcas de medicamentos, formulários de medicamentos ou localidades. As recomendações de tratamento são específicas para os grupos de pacientes:ver aviso legal

CONTÍNUA

insuficiência de veia superficial sintomática, nenhuma evidência de doença vascular periférica ou insuficiência troncular axial superficial: apenas insuficiência tributária

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1ª linha – 

flebectomia ou escleroterapia com espuma

A flebectomia pode ser realizada por avulsão cirúrgica de porções da veia varicosa, através de pequenas incisões que não necessitam de sutura. A escleroterapia com espuma envolve injeção de uma solução espumosa, como tetradecilsulfato de sódio ou polidocanol, em pequenas veias, seguida de compressão.

A recorrência requer a repetição da flebectomia ou escleroterapia com espuma.

As complicações incluem hematoma, trombose venosa profunda, infecção, pigmentação da pele e resultado cosmético insatisfatório. A escleroterapia com espuma apresentou relatos dispersos de AVC após a intervenção.[41]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

insuficiência de veia superficial sintomática, nenhuma evidência de doença vascular periférica ou insuficiência tributária superficial: apenas insuficiência axial troncular

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1ª linha – 

ablação térmica endovenosa (radiofrequência ou laser)

Ablação por radiofrequência (ARF): geralmente realizada na veia safena magna (VSM), veia safena acessória anterior (VSAA) ou veia safena parva (VSP). Sondas especiais estão disponíveis para uso nas veias perfurantes, se necessário. O acesso à veia é guiado por ultrassonografia. No caso da VSM, a sonda de ARF passa logo abaixo da veia epigástrica, permanecendo 2 cm abaixo da junção safeno-femoral (JSF). Ela é retirada lentamente em partes ou de maneira contínua, enquanto a energia da radiofrequência faz com que a veia se feche. Os pacientes podem ainda necessitar de flebectomias para as varicosidades. As complicações incluem trombose endotérmica induzida pelo calor (EHIT), flebite, lesão térmica da pele e parestesias. Elas raramente ocorrem.

Terapia endovenosa a laser (TEVL): geralmente realizada na VSM, na VSAA ou na VSP, mas também é possível utilizá-la em varicosidades ramificadas. O acesso à veia é guiado por ultrassonografia. No caso da VSM, a sonda a laser passa logo abaixo da veia epigástrica, permanecendo abaixo da JSF. A fibra é retirada lentamente enquanto o laser está ligado, causando trombose e destruição da veia. Os pacientes podem ainda necessitar de flebectomias para as varicosidades. As complicações incluem EHIT, flebite, lesão térmica da pele e parestesias. Elas raramente ocorrem.[43]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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2ª linha – 

escleroterapia com espuma

Envolve injeção de solução líquida, como tetradecilsulfato de sódio (TSS) ou polidocanol aerado para a forma de espuma, que é então injetada na veia varicosa guiada por ultrassonografia. As complicações incluem pigmentação, cefaleia e alterações visuais. A taxa de recorrência é maior que a da ablação por radiofrequência, terapia endovenosa a laser ou cirurgia, mas é muito mais rápida e barata.[26][44][45]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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3ª linha – 

cirurgia por via aberta (fleboextração e ligadura)

O objetivo principal da fleboextração e da ligadura é remover permanentemente a veia varicosa. É realizada quando a veia safena magna ou a veia safena parva apresentam refluxo que dá origem às veias varicosas. As complicações incluem sangramento, infecção, lesão do nervo safeno e neovascularização.

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

insuficiência de veia superficial sintomática, nenhuma evidência de doença vascular periférica: insuficiência troncular axial e tributária

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1ª linha – 

ablação térmica endovenosa (radiofrequência ou laser) e flebectomia ou escleroterapia com espuma

Os pacientes podem se submeter a tratamentos concomitantes para veia troncular e varicosidade, pois isso pode reduzir a necessidade de outros procedimentos e melhorar a qualidade de vida.[34][35]

Ablação por radiofrequência (ARF): geralmente realizada na veia safena magna (VSM), veia safena acessória anterior (VSAA) ou veia safena parva (VSP). Sondas especiais estão disponíveis para uso nas veias perfurantes, se necessário. O acesso à veia é guiado por ultrassonografia. No caso da VSM, a sonda de ARF passa logo abaixo da veia epigástrica, permanecendo 2 cm abaixo da junção safeno-femoral (JSF). Ela é retirada lentamente em partes ou de maneira contínua, enquanto a energia da radiofrequência faz com que a veia se feche. Os pacientes podem ainda necessitar de flebectomias para as varicosidades. As complicações incluem trombose endotérmica induzida pelo calor (EHIT), flebite, lesão térmica da pele e parestesias. Elas raramente ocorrem.

Terapia endovenosa a laser (TEVL): geralmente realizada na VSM, na VSAA ou na VSP, mas também é possível utilizá-la em varicosidades ramificadas. O acesso à veia é guiado por ultrassonografia. No caso da VSM, a sonda a laser passa logo abaixo da veia epigástrica, permanecendo abaixo da JSF. A fibra é retirada lentamente enquanto o laser está ligado, causando trombose e destruição da veia. Os pacientes podem ainda necessitar de flebectomias para as varicosidades. As complicações incluem EHIT, flebite, lesão térmica da pele e parestesias. Elas raramente ocorrem.[43]

A flebectomia pode ser realizada por avulsão cirúrgica de porções da veia varicosa, através de pequenas incisões que não necessitam de sutura. A escleroterapia com espuma envolve injeção de uma solução espumosa, como tetradecilsulfato de sódio ou polidocanol, em pequenas veias, seguida de compressão.

A recorrência requer a repetição da flebectomia ou escleroterapia.

As complicações incluem hematoma, trombose venosa profunda, infecção, pigmentação da pele e resultado cosmético insatisfatório. A escleroterapia com espuma apresentou relatos dispersos de AVC após a intervenção.[41]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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2ª linha – 

escleroterapia com espuma das veias tributárias e tronculares

A escleroterapia com espuma envolve injeção de uma solução espumosa, como tetradecilsulfato de sódio ou polidocanol, em pequenas veias, seguida de compressão.

A recorrência requer a repetição da flebectomia ou escleroterapia.

As complicações incluem hematoma, trombose venosa profunda, infecção, pigmentação da pele e resultado cosmético insatisfatório. A escleroterapia com espuma apresentou relatos dispersos de AVC após a intervenção.[41]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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3ª linha – 

cirurgia por via aberta (fleboextração e ligadura) e flebectomia

O objetivo principal da fleboextração e da ligadura é remover permanentemente a veia varicosa. É realizada quando a veia safena magna ou a veia safena parva apresentam refluxo que dá origem às veias varicosas. As complicações incluem sangramento, infecção, lesão do nervo safeno e neovascularização.

A flebectomia pode ser realizada por avulsão cirúrgica de porções da veia varicosa, através de pequenas incisões que não necessitam de sutura.

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

insuficiência de veia superficial sintomática, nenhuma evidência de doença vascular periférica: veias perfurantes com refluxo localizadas perto de úlceras venosas ativas ou cicatrizadas

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1ª linha – 

escleroterapia com espuma ou ablação térmica endovenosa

O sucesso dos procedimentos de termoablação é de aproximadamente 60% a 80%, com melhores taxas de oclusão com repetição da terapia. A escleroterapia com espuma guiada por ultrassonografia apresenta uma taxa de trombose menor, mas pode ser mais facilmente realizada em caso de varizes localizadas perto do leito da úlcera em associação com a perfurante de alimentação. O fechamento das perfurantes patológicas por meio dessas técnicas pode melhorar a cicatrização de úlcera e diminuir a recorrência.[36] No entanto, até 80% das veias perfurantes incompetentes voltarão a ser competentes após a ablação bem-sucedida da incompetência da veia troncular.[37]

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associado a – 

terapia de compressão: bandagens ou meias de compressão

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

A terapia de compressão deve ser utilizada em adição à intervenção para melhorar a qualidade de vida do paciente e reduzir os sintomas venosos.[17][38]​​

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2ª linha – 

cirurgia de veias perfurantes

Cirurgia endoscópica subfascial de veias perfurantes ou cirurgia de veias perfurantes por via aberta podem ser usadas para o fechamento das veias perfurantes.

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associado a – 

terapia de compressão: bandagens ou meias de compressão

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

A terapia de compressão deve ser usada em associação com a intervenção para melhorar os índices de cicatrização e a qualidade de vida do paciente.[38]

insuficiência de veia profunda sem insuficiência venosa troncular superficial, mas com insuficiência tributária superficial

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1ª linha – 

flebectomia ou escleroterapia com espuma

A flebectomia pode ser realizada por avulsão cirúrgica de porções da veia varicosa, através de pequenas incisões que não necessitam de sutura. A escleroterapia com espuma envolve injeção de uma solução espumosa, como tetradecilsulfato de sódio ou polidocanol, em pequenas veias, seguida de compressão.

A recorrência requer a repetição da flebectomia ou escleroterapia com espuma.

As complicações incluem hematoma, trombose venosa profunda, infecção, pigmentação da pele e resultado cosmético insatisfatório. A escleroterapia com espuma apresentou relatos dispersos de AVC após a intervenção.[41]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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associado a – 

terapia de compressão: bandagens ou meias de compressão

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

A terapia de compressão deve ser utilizada em adição à intervenção para melhorar a qualidade de vida do paciente e reduzir os sintomas venosos.[17][38]​​

insuficiência de veia profunda com insuficiência venosa troncular superficial

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1ª linha – 

ablação térmica endovenosa (radiofrequência ou laser)

Ablação por radiofrequência (ARF): geralmente realizada na veia safena magna (VSM), veia safena acessória anterior (VSAA) ou veia safena parva (VSP). Sondas especiais estão disponíveis para uso nas veias perfurantes, se necessário. O acesso à veia é guiado por ultrassonografia. No caso da VSM, a sonda de ARF passa logo abaixo da veia epigástrica, permanecendo 2 cm abaixo da junção safeno-femoral (JSF). Ela é retirada lentamente em partes ou de maneira contínua, enquanto a energia da radiofrequência faz com que a veia se feche. Os pacientes podem ainda necessitar de flebectomias para as varicosidades. As complicações incluem trombose endotérmica induzida pelo calor (EHIT), flebite, lesão térmica da pele e parestesias. Elas raramente ocorrem.

Terapia endovenosa a laser (TEVL): geralmente realizada na VSM, na VSAA ou na VSP, mas também é possível utilizá-la em varicosidades ramificadas. O acesso à veia é guiado por ultrassonografia. No caso da VSM, a sonda a laser passa logo abaixo da veia epigástrica, permanecendo abaixo da JSF. A fibra é retirada lentamente enquanto o laser está ligado, causando trombose e destruição da veia. Os pacientes podem ainda necessitar de flebectomias para as varicosidades. As complicações incluem EHIT, flebite, lesão térmica da pele e parestesias. Elas raramente ocorrem.[43]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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associado a – 

terapia de compressão: bandagens ou meias de compressão

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

A terapia de compressão deve ser utilizada em adição à intervenção para melhorar a qualidade de vida do paciente e reduzir os sintomas venosos.[17][38]​​

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2ª linha – 

escleroterapia com espuma

Envolve injeção de solução líquida, como tetradecilsulfato de sódio (TSS) ou polidocanol aerado para a forma de espuma, que é então injetada na veia varicosa guiada por ultrassonografia. As complicações incluem pigmentação, cefaleia e alterações visuais. A taxa de recorrência é maior que a da ablação por radiofrequência, terapia endovenosa a laser ou cirurgia, mas é muito mais rápida e barata.[26][44][45]

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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associado a – 

terapia de compressão: bandagens ou meias de compressão

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

A terapia de compressão deve ser utilizada em adição à intervenção para melhorar a qualidade de vida do paciente e reduzir os sintomas venosos.[17][38]​​

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3ª linha – 

cirurgia por via aberta (fleboextração e ligadura)

O objetivo principal da fleboextração e da ligadura é remover permanentemente a veia varicosa. É realizada quando a veia safena magna ou a veia safena parva apresentam refluxo que dá origem às veias varicosas. As complicações incluem sangramento, infecção, lesão do nervo safeno e neovascularização.

Deve-se aconselhar os pacientes a incluírem mudanças de estilo de vida, como perda de peso, elevação das pernas e exercícios.[42]

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associado a – 

terapia de compressão: bandagens ou meias de compressão

Tratamento recomendado para TODOS os pacientes no grupo de pacientes selecionado

A terapia de compressão deve ser utilizada em adição à intervenção para melhorar a qualidade de vida do paciente e reduzir os sintomas venosos.[17][38]​​

insuficiência venosa profunda sem insuficiência venosa superficial

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1ª linha – 

terapia de compressão: bandagens ou meias de compressão

A terapia de compressão deve ser utilizada para melhorar a qualidade de vida do paciente e reduzir os sintomas venosos.[17][38]​​

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2ª linha – 

reconstrução venosa profunda por cirurgia por via aberta (raramente necessária)

A reconstrução venosa profunda por via aberta pode ser considerada em casos graves. Isso é altamente especializado.

obstrução venosa profunda

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1ª linha – 

colocação de stent ou reconstrução

Em caso de taxas de recorrência significativas ou características incomuns, a avaliação da estenose ou oclusão da veia ilíaca também pode melhorar a sintomatologia e a gravidade clínica do uso potencial de stent de veia ilíaca ou reconstrução venosa profunda por via aberta; no entanto, isso requer o uso prolongado de anticoagulantes e meias de compressão. Qualquer intervenção no sistema superficial desses pacientes deve ser avaliada cuidadosamente em centros especializados.

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