Considerações de urgência
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As polineuropatias que evoluem em horas a dias requerem uma avaliação com o paciente hospitalizado. Esses pacientes podem estar sob risco de insuficiência respiratória neurogênica, insuficiência autonômica e arritmias cardíacas.
As considerações diagnósticas incluem:
Síndrome de Guillain-Barré
Polineuropatia induzida por toxinas (por exemplo, arsênico, tálio, chumbo)
Polineuropatia porfírica
Neuropatia paraneoplásica.
As intervenções devem incluir:
Internação em ala de monitoramento ou unidade de terapia intensiva, caso haja insuficiência respiratória ou problemas na fala/deglutição.
Medições frequentes da capacidade vital forçada e da força inspiratória máxima (as medições de gasometria arterial e oximetria de pulso não têm sensibilidade para detectar uma insuficiência respiratória neuromuscular incipiente; normalmente, a falha mecânica precede a hipercapnia, e ambas precedem a hipóxia).
Estudos da condução nervosa e eletromiografia para confirmar e caracterizar a polineuropatia.
Intubação e ventilação urgentes são necessárias para os pacientes com insuficiência respiratória. A intubação e a ventilação devem ser consideradas nos pacientes com disfunção bulbar, capacidade vital <20 mL/kg, paralisia facial bilateral, disfunção autonômica ou progressão rápida da doença.[41]
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